Enfocando
a trajetória dos imigrantes japoneses em ordem cronológica,
o MHIJB abre o espaço expositivo, no 7o. andar, com a documentação
sobre o Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre o Brasil
e Japão assinado em 1895. Em seguida, apresenta uma galeria
de destacados personagens anteriores à (fig.1) chegada da primeira
leva de imigrantes japoneses em 1908.
A primeira vitrine desse andar enfoca a chegada no Brasil reunindo
réplicas dos navios Kasato Maru e Brasil Maru e fotos de outros
navios (fig.2)que também fizeram a mesma rota. Cenas da partida
no Japão (fig.3), a longa viagem, o desembarque em Santos (fig.4)e
a chegada à Hospedaria dos Imigrantes em São Paulo (fig.5)são
mostradas em fotografias e vídeo. Entre os documentos, cartas
de encorajamento das autoridades, contratos de trabalho, passaportes,
jornais editados à bordo do navio, relatório de viagem e manual
para o aprendizado do português.
Em seguida, retrata a vida nas fazendas da café (fig.6)representada
por instrumentos de trabalho, utensílios domésticos, caderneta
de despesas, entre outros documentos.
Para contar a trajetória dos japoneses no Brasil antes da Segunda
Guerra Mundial, também foi montada a réplica de uma cabana (fig.7,8,e9)que
foi habitada por aqueles que se embrenhavam nas zonas de mata
virgem para fazer as primeiras plantações. Ao lado da cabana,
uma coleção de animais empalhados que habitavam nessas frentes
de expansão agrícola.
Na seqüência, a exposição trata da formação dos núcleos coloniais
de imigrantes japoneses, enfocando a preocupação com a manutenção
da tradição cultural (criação de escolas, por exemplo) mas também
os esforços de adaptação ao novo ambiente. Assim, por exemplo,
alguns utensílios domésticos (fig.10)e de trabalho foram copiados
do modelo japonês, ou ainda a falta de verduras levou-os a adotar
substitutos nas plantas silvestres.
Outra parte ressalta as atividades sociais nesses núcleos através
da prática esportiva (fig.11) (sumô, judô, beisebol, kendô,
tênis, atletismo, etc) e eventos como o undôkai (competição
poliesportiva), bailados e representação teatral. Destacam-se
ainda os jogos de gô e shogui, os instrumentos musicais e até
a saudosa vitrola para discos de 78 rotações.
No 7o. andar também estão reunidos documentos referentes à produção
hortifrutigranjeira, bem como de outros produtos agrícolas (fig.12)com
destaque para o cultivo de juta e pimenta-do-reino.
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fig.1
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fig.2
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fig.3
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fig.4
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fig.5
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fig.6
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fig.7
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fig.8
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fig.9
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fig.10
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fig.111
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fig.12
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